quarta-feira, 27 de agosto de 2008

As vezes escrevo.

Escrevo textos que chamo de poesias,
não tanto pelo sentido poético,
mas sim pela tentativa de encontrar palavras sinônimas
que combinem de forma sonora.
As vezes escrevo também em prosas,
em que simplesmente as palavras
são jogadas em um pedaço de papel
não importando se fecham em rimas ou não.
Meus escritos são relatos de pensamentos,
de emoções que brotam em determinados momentos.
Eu sei que eles beiram do tolo a total imbecilidade,
do infantil a total senilidade,
do piegas a total banalidade,
do fútil ao total sem sentido,
mas são idéias,
são os meus sentimentos.
Sensações tentadas serem transcritas
com palavras de um garoto velho
que perdeu seu tempo sonhando com sofismas,
em ser um adolescente bobo
e que perdeu seu sonho.

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