sábado, 24 de maio de 2014

Conversa com as estrelas




Tu és o sonho distante,
que se fundiu com a dor.
De uma forma docemente,
assim como nasce uma flor.

A alma se aquietou,
quando da sua se viu.
Aos olhos enfim chegou,
a imagem que lhe pediu.

E a dor que ali havia,
sumiu como de repente.
Não foi passe de magia,
foi amor por outra gente.

E a luz brilhou mais forte,
e tudo a volta se encantou.
No peito fechou um corte,
e nunca mais ele sangrou.

Na noite calma deitado,
converso com as estrelas.
Será que por um acaso,
nunca mais irei revê-la?


2 comentários:

brisonmattos disse...

Do amor nasce semente
como essa da tua poesia
que faz e se sente
E se faz com maestria

Te adoro poetinha do meu coração.

brisonmattos disse...

como essa da sua poesia...corrigindo.