quinta-feira, 30 de julho de 2009

Amei-te

Amei-te demais,
demais até do que podia.
Amei-te como se ama
algo indefinido,
algo infinito.
Não jogarei no lixo
todos os versos que te fiz.
Os guardarei,
para lembra-me,
em um tempo futuro,
do quanto te amei.
Relembrarei a felicidade
de ter sonhado,
recordarei todos os desejos.
Triste estarei,
por não ter conseguido ficar
eternamente em meu sonho.
Esconderei meus versos
dentro do peito,
para que meu coração
nunca esqueça
como é se apaixonar.

Nenhum comentário: