terça-feira, 14 de abril de 2009

Pranto

De meu pranto,
uma lágrima ardente
corre em minha face,
queimando,
marcando meu rosto.
Um grito abafado
Nasce e morre,
Em meu peito,
Sufocado pela razão
De minha própria dor.
Nascem sonhos mortos.
Minha voz cativa,
Das ansiedades,
Nada fala,
Nada pode falar.
Em meu coração
um vasto lamento de amor
sufoca minha alma.

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