sexta-feira, 25 de julho de 2014

Ela



Uma boneca parecia,
Com uma pele de porcelana.
Uma boca que sorria,
Um olhar que só encanta.

Com cabelos soltos ao vento,
Um andar como quem dança.
É sonho de que eu pretendo,
Uma mulher que é criança.

Um brilho que é natural,
Parece ter o sol na pele.
Sua beleza é sem igual,
Não precisa que a revele.

Sua voz é melodia,
aos mais puros dos poetas.
Seu sorriso é fantasia,
se olhar, já se apega.

Ela é sem definição,
de tantas coisas belas.
É alegria do coração,
é pintura de aquarela.

Ela é musa, é pintura,
é motivo de desejo.
Ela é de todas a mais pura,
é assim que eu a vejo.






4 comentários:

Ela disse...

"She may be the beauty or the beast,
May be the famine or the feast,
May turn each day into a
Heaven or a hell."
Adoro essa parte, porque você sabe que entre o ceu e o inferno o caminho é curtinho nè?
Belo poema, a sua Musa Inspiradora é uma mulher de sorte...

brisonmattos disse...

Mas já a chamou de vaca, puta e vagabunda. Não dá pra ver só poesia em você.

Older disse...

Nunca chamei, a quem é minha musa, de outros nomes que não sejam nomes que me encantam ou inspiram, e mesmo que um dia muito, mas muito longe daqui eu a tenha de chamar de outros nomes que não os descritos aqui, a educação e todo carinho que tenho não me permitiria.

brisonmattos disse...

Não sei se gosto disso. Personagens firmes e irredutíveis.