terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sonhos





Rabisco num papel,
O sonho que sonhei.
Voando vou  ao céu,
É lá onde morei.

E por entre nuvens coloridas,
De alguns tons de branco.
Me sinto mais com vida,
Com amor de um jeito franco.

Vão as palavras suaves,
Como gotas de chuva branda.
Elas são como chaves,
Abrindo o que me comanda.

E no papel se deitam,
Falando do que não devo.
São meus dedos que se queixam,
Exalando todo medo.

E assim a poesia se completa,
Sem muita competência para isso.
De sonhos ela é repleta,
De sonhos de paraíso.

Um comentário:

brisonmattos disse...

vc viu a conversa de amor do Félix com a vendedora de salsichas ontem. Reflita e perca esse medo de amar. Eu tenho certeza que suas poesias serão ainda mais leves e cheias de vida.