domingo, 5 de janeiro de 2014

Sem nada






Encontro momentos,
Andando no vento,
Como pensamentos,
Sem muito alento.

Escondo passado,
Que tanto invado,
E digo rimado,
O que foi calado.

Abafo a dor,
De tanto frescor,
Na vida sem cor,
Deste enganador.

Procuro palavras,
Na sina de lavra.
Com força escava,
Na boca que trava.

Não vejo esperança,
O corpo se cansa.
E nunca descansa,
Sem uma fiança.

Um comentário:

brisonmattos disse...

já eu sigo confiante
em dias melhores para me doar
Depois daquele "não" berrante
Sei que um novo amor vou encontrar

Ilusão aqui não mais mora
Eu vivo de olho no olho meu bem
Poesia agora é só passar hora
Enquanto meu lobo não vem

Mas como não sou tatu
Digo o quanto me fizeste bem
Nao sei fazer poesia como tu
Mas vim agradecer , meu bem