quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Um Pássaro





Quando o sol se encarna,
E os sonhos vão adormecer.
Minha alma se desgarra,
E voa direto para você.

Como criança feliz
Vagueio por estes momentos.
Nada mais me diz,
O que é ser tormento.

No vazio passeio,
Neste mundo que criei.
Minha poesia escrevo,
Dos sonhos que alimentei.

Elas são meu sustento,
E minha fonte de loucura.
São os meus cata-ventos,
São a minha ternura.

Tempos difíceis virão,
mas já os enfrento a tempos.
Na vida ter mais um não,
Faz parte do que enfrento.

Querem me levar para uma caixa,
Mas reluto, e relutarei.
Sofrer este tipo de baixa,
É coisa que não aceitarei.

Sou como pássaro,
Que voa livre pelo céu.
Na poesia preparo,
A retirada do véu.

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