sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Perdido







Perdi um tempão,
Até as letras eu perdi.
Tentei em vão,
Sem conseguir.

Dar um jeito,
Nesta situação.
A dor no peito,
Não tem perdão.

Me vejo só,
Perdido sem nada.
Como se fosse pó,
Sem ter com quem se faça.

Não volta o tempo,
Somente a lembrança me vêm.
O sabor de um momento,
Que ficou lá, além.

Um amor que se planta,
Nunca deve morrer.
Mas a dor é tanta,
O que se há de fazer.

Eu fico calado,
Com o olhar perdido.
Triste como um fado,
É um coração arrependido.

2 comentários:

brisonmattos disse...

fhoda-se com as poesias de choradeira.
Acho o uóh gente que pensa e despensa assim como se fosse água.Uma hora gosta, outra ama,outra desgosta, outra chora...Eu hein!

brisonmattos disse...

E se ficasse mesmo "calado', eu não teria lido isso.
Tem perdas na vida da gente que o jeito é mesmo a gente ficar na nossa. Quanto mais se fala a respeito, mais tem gente "achando" que pode ajudar...Ou se meter, o que é pior.