O que escrevo
não levo comigo,
deixo no caminho,
como marcas,
para quando quiser voltar
possa seguir o caminho de volta
e recordar tudo aquilo que vivi.
O que escrevo,
e espalho pelo meu caminho,
não é meu,
passa a pertencer
a quem os achar,
a quem deles resolver
tomar conta,
a quem daquelas palavras
caídas no chão precise.
Escrevo para mim,
para relatar,
a mim,
o que sinto,
o que senti,
o que se passa comigo.
Cada palavra que escrevo
é uma nova viagem,
no tempo,
no amor,
ou em outras sensações
não tão agradáveis,
mas tão inspiradoras
também.
O que escrevo não é nada,
as sensações
que me levam a escrever
é que são tudo.
Alma Perdida - Poema de Florbela Espanca
Há 13 horas
Older,querido poeta!
ResponderExcluirPassei aqui pra te desejar um excelente domingo e um ótimo começo de semana!
Bjs
Obrigado digo eu amigo, estou novamente passanso no teu espaço, e achei interesssante para todos nós. Um abraço de Manoel Limoeiro de Recife-PE.
ResponderExcluirObrigado digo eu amigo, estou novamente passanso no teu espaço, e achei interesssante para todos nós. Um abraço de Manoel Limoeiro de Recife-PE.
ResponderExcluirE como conseguimos viajar nesses nossos sentimentos, não é?
ResponderExcluirTriste ou alegre, as palavras nos transportam para um outro mundo.
Adorei os versos!
Beijos
OLá meu amigo, tem um selinho para você em meu blog.
ResponderExcluirUm abraço