Sou assim,
Sem rosto, sem nome.
Umas vezes apareço,
Outras vezes se some.
Falo o que quero,
E de resposta não dou chance.
Embolo pensamentos,
Até que ele se desmanche.
Sem nome, sem rosto,
Um fantasma no ar.
Isto posto,
Só vim para incomodar.
Se quiser saber quem sou,
Esta chance você não tem.
Vou continuar sendo o que sou,
Escrevendo o que me convém.
Fique com raiva
Ou até mesmo curioso.
Continuarei a existir,
E a comentar como ardiloso.
Escrevas o que quiser,
Exprima sua opinião.
Seja homem ou seja mulher,
Mas desafogue seu coração.
Guardar raiva não vale a pena,
Só trará insatisfação.
Gosto tem as centenas,
É questão de opinião.
Que Deus seja contigo,
E com tudo que tú trás.
De mim não terás castigo;
este, só a ti apraz.
Alma Perdida - Poema de Florbela Espanca
Há 19 horas
Aí que poema bunitinhu!...É como essa canção...Sabe, já faz tempo
ResponderExcluirQue eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração