domingo, 8 de novembro de 2015

Distante






Horizonte distante
Que tardo a chegar
O meu mundo de antes
Acabou de acabar

Deixou-me sem tempo
Sem ter a brisa refrescante
Não sobrou nem momento
Nem agora nem o antes

Que acabe logo o dia
ou quem sabe a vida
Assim me despedia
De meu amor de partida

Sorvendo silêncios e solidões
Vou, o que sobra,  envenenando
Desfiando emoções
Em lágrimas acabando

Vou partir por ai
Em lugares desabitados
Se um dia cair
Levantarei machucado

Mas seguirei buscando
Aquilo que tanto me alegra
Um amor de encanto
Que amanse esta fera

Um comentário:

brisonmattos disse...

tentei ontem e agora de manhã tentei de novo falar com vc mas parece que u uol está com problemas, Enfim...Só queria dizer que cheguei bem, espero que estejas bem e para de falar esse monte de merda em forma de poesia. Não há Cristo que aguente tanta asneira. Bem é isso. Um bom dia e ótima semana pra você.