terça-feira, 10 de novembro de 2015

Aprisionados beijos







Já não arde o que ardia
E que tanto fazia bem
Este amor que me partia
Era todo o meu bem

Já me vejo abandonado
Pela partida tão cedo
Do amor encontrado
Que tirou todos os medos

Espero no cálice de veneno
Encontrar de tudo o fim
Foi-se logo o que era pleno
E levou todo de mim

Sonhar é muita loucura
Ainda mais com o que não é seu
Só nos resta amargura
De um amor que já morreu

Os beijos aprisionei
Para guarda-los comigo
São só símbolos eu sei
Mas também são meu abrigo

2 comentários:

brisonmattos disse...

tirou todos os medos?
encara tudo de frente?
Não arrisco nenhum dedo
Essa história continua pendente.

brisonmattos disse...

tenho aprisionado beijos tambem, que nunca mais será de ninguém. Que triste isso.