segunda-feira, 27 de maio de 2013

Aventureiro






Alguém velho me espia,
Escondido pelos cantos.
Se veste de fantasia,
E entoa novo canto.

Não sei ao certo,
Se espia por prazer,
Mas como não sou esperto,
Este ser eu deixo ver.

Ver as coisas que escrevo,
E olhar o seu sorriso.
Ele pensa como devo,
Viver tanto o paraíso.

Neste mundo encantado,
Deve- se sempre viver só.
Sai-se muito machucado,
Que ate dá uma dó.

A arte do escondido,
E uma grande aventura.
Não pode ser divido,
É sua, somente sua.

E o velho fuxiqueiro,
Continua a me olhar.
Sou eu, aventureiro,
Em meu mundo de sonhar.

2 comentários:

brisonmattos disse...

vai sonhando...e escrevendo, mas escreve direito...Não é "uma dó"...é um dó. E não precisa publicar o que escrevo. Basta saber que eu sei que leu.

Anônimo disse...

E a licença poética, onde fica.