Você é pura poesia,
basta te olhar
e ser inundado
de sensações
contagiantes.
Deu-me um par de asas
e eu aprendi a voar,
e voar
aos mais infinitos cantos
de minha alma.
Na tua ausência
as penas de minhas asas
estão começando a cair
e a cada pena caída
uma nova ferida se abre,
e sangra.
E a capacidade de voar se vai.
Pássaros não foram feitos para caminhar
eu sou passarinho e quero voar,
dá-me asas novamente.
Me dê, novamente,
a capacidade de voar
ainda que baixinho
a poucos metros do chão
mas não me deixe preso na terra.
Não sobreviveria.
Data Poema de Sophia de Mello Breyner Andressen
Há 16 horas
...e as asas do pensamento,
ResponderExcluirquerido lindo?
estas nascem conosco e nos
permite alçar voos de
liberdade.
bom dia, poeta!
beijos procê!
Retomar o vôo é fundamental para que o pássaro sobreviva e possa cantar de amor.
ResponderExcluirAbração