segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Alado

Você é pura poesia,
basta te olhar
e ser inundado
de sensações
contagiantes.
Deu-me um par de asas
e eu aprendi a voar,
e voar
aos mais infinitos cantos
de minha alma.
Na tua ausência
as penas de minhas asas
estão começando a cair
e a cada pena caída
uma nova ferida se abre,
e sangra.
E a capacidade de voar se vai.
Pássaros não foram feitos para caminhar
eu sou passarinho e quero voar,
dá-me asas novamente.
Me dê, novamente,
a capacidade de voar
ainda que baixinho
a poucos metros do chão
mas não me deixe preso na terra.
Não sobreviveria.

2 comentários:

Vivian disse...

...e as asas do pensamento,
querido lindo?

estas nascem conosco e nos
permite alçar voos de
liberdade.

bom dia, poeta!

beijos procê!

Wanderley Elian Lima disse...

Retomar o vôo é fundamental para que o pássaro sobreviva e possa cantar de amor.
Abração