quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Amaria




Eu quero amar loucamente,
amar sem limite nenhum.
Amar perdidamente,
e não como qualquer um.

Quero amar como nos sonhos,
só por amar simplesmente.
Amar, como eu suponho,
é matar o igualmente.

Quero amar sem barreiras,
entregar-me por inteiro.
Amar sem fincar bandeiras,
como flor em um canteiro.

Amar sem alvorada,
sem cinzas ou restos outros.
Amar na madrugada,
amar no meu conforto.

E quando o amor  descansasse,
Ou chegasse ao seu final.
Amaria até que de novo acabe,
este amor que é sem igual.

Um comentário:

brisonmattos disse...

pois que se ame...Mas não esqueça que "querer" nem sempre é poder. Bela poesia.