terça-feira, 26 de março de 2013

Ardilosa Teia





Quem eu sou,
Para querer  entender.
Tudo que a vida armou,
Para poder me prender.

As artimanhas armadas,
Tal arapuca ardilosa.
Já eram águas passadas,
Quando da vida recebi a prosa.

Te enredam como  teias,
Tecida por  aranha ardilosa.
É como estar na cadeia,
Perderá vida preciosa.

Não tente escapar,
Das teias armadas.
Poderá até tentar,
Mas acabará enjaulada.

Por suas tolices,
Serás só mais outro.
Que nas armadilhas caístes,
E viverás como roto.

Um comentário:

brisonmattos disse...

amar sempre vale a pena, ow...!!! Para de choramingar em poesia. Usa seu imenso talento pra falar do lado bom, que é sempre maior e encantador. Tenha um ótimo dia...com muita inspiração.