sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Amores Clandestinos





Amores clandestinos,
São os que não buscamos.
Somos jogados pelo destino,
E por eles nos apaixonamos.

Adoramos suas feridas,
Choramos por eles demais.
Suas dores não são  partidas,
Levamos para nunca mais.

São os que mais deixam marcas.
São os que mais machucam.
São os que mais deixam amarras.
São os que mais deseducam.

Passamos por eles na vida,
Mesmo que não queiramos.
São os que nos causam feridas,
São os que mais amamos.

Amor clandestino,
Que meu caminho cruzou.
Me levou ao desatino,
Foi você que me marcou.

2 comentários:

Um Certo Vestido Azul disse...

Quando a porta se abrir, você vai sair, e pedir que eu esqueça
Toda vez é assim, vai fugindo de mim, quase perco a cabeça
Quando o relógio avisa, visto a minha camisa, me escondendo da dor
Nem bem a porta se fecha, você me esquece, no elevador
Fica a sensação, que essa nossa paixão é um caso sem jeito
Pra te amar outra vez, lembro o que a gente fez, te procuro no peito
Só encontro um vazio, feito um peixe sem rio, me falta um pedaço
Sinto então sua boca, e o meu corpo sem roupa dentro do seu abraço

Esse amor de momento, quase nunca tem tempo, é feito as pressas
Não divide segredos, não tem paz nem sossêgo, não admite promessas
Esse amor clandestino, faz de mim um menino, que ao dormir também chora
E adormece querendo, te ouvir me dizendo: "Nunca mais vou embora"

Musiquinha brega, mas que diz tudo...eita amor danado!!!

brisonmattos disse...

http://www.youtube.com/watch?v=BdEgt2RjbKE
bom dia.