Saudade, eu não paro de dizer,
Me deixe no canto chorar.
Para tentar de vez esquecer,
A quem nunca irá voltar.
Saudade, me deixe beber,
Para ter o falso sono.
Nas garrafas perceber,
O agonia do abandono.
Saudade, me deixe escrever,
Um talvez, novo início.
Para iniciar o refazer,
Começando do princípio.
Saudade, sei que não vais me deixar,
Serás minha eterna companheira.
Para sempre irás me lembrar
A quem um dia me foi inteira.
Alma Perdida - Poema de Florbela Espanca
Há 19 horas
Saudade.....eterna companheira de dias frios e sem graça!!
ResponderExcluirLindos versos!
beijo