Meus sonhos rasgo,
E espalho no chão.
Na boca vem o engasgo,
De reviver a emoção.
A cada pedaço largado,
Levado pelo vento.
Eu um pouco me mato,
Destruindo o que tem dentro.
É preciso fazer,
A faxina da emoção.
Por mais que possa doer,
É o que manda a razão.
Coloridos em aquarelas,
Não resistiram a chuva.
Viver com estas seqüelas,
É viver preso na gruta.
Que os levem os ventos,
Pedaço por pedaço.
Talvez em pensamentos
Eles tenham compasso.
Rasgado os sonhos de vez,
Não dá mais para colar.
Foi o que se fez,
Neste breve afastar.
Alma Perdida - Poema de Florbela Espanca
Há um dia
Older, sem palavras...só sentindo a emoção que me invadiu.
ResponderExcluirAssino embaixo.
Dói por demais saber que nossos sonhos foram rasgados, que não tem mais como os colar.
Beijos meu querido amigo.
Older, amei por demais a sua colaboração lá no rabiscos, ficou linda e vou postá-la, claro com os devidos créditos...complementando os meus versos.
ResponderExcluirBrigadinha, viu querido?
Beijos de uma deliciosa terça pra você.