segunda-feira, 18 de maio de 2015

Morte






Fica a sombra parca,
Na tênue luz piscante.
Como se fosse barca,
A solta num mar latejante.

Estrelas já não me guiam,
Por onde devo passar.
Encontros me desafiam,
Tentando em mim encostar.

Perdido em seu olhar,
A noite não entristece.
Deixa a alma ao luar,
Que aos poucos apodrece.

Partir sem nem um querer,
Por conta de outra vontade.
Um manto negro tecer,
Mortalha da igualdade.


7 comentários:

brisonmattos disse...

Ah para.

Maria Rodrigues disse...

É a lei da vida, nascer, viver e morrer. A morte é o destino final de todos nós, independentemente da vida que cada um de nós viveu.
Nostálgico mas belo.
Bom domingo
Um abraço
Maria

Desrotinando em prosa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Desrotinando em prosa disse...
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Desrotinando em prosa disse...

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derotinandoemprosa.blogspot.com.br

Desrotinando em prosa disse...

Agredecidos desde já ! Parabéns pelo blog!

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