Porque escrever?
Se não há quem leia.
Só eu vou saber,
O que minh’alma saboreia.
Deixado de lado a vergonha,
Não importa nada mais.
Mesmo que se suponha,
Que ficou algo para trás.
Elas fluem pelos dedos,
Sem controle algum.
Com elas se vão os medos,
Me sinto um ser comum.
Correm como rio,
Enchendo todo o papel.
Deste modo choro, rio,
Sou só mais um réu.
Um bobo,
Que a toa se ilude.
Um trovador,
Tocando solitário alaúde.
Neste meu ser encantado,
Reside um outro ser.
Um ser imaginado,
Que um dia poderia ser.
Na briga do imaginário,
Com o real.
Sou só mais um otário,
Mais um cara de pau.
Alma Perdida - Poema de Florbela Espanca
Há 17 horas
Suas palavras me enche de ternura, palavras doces, as vezes dura.Palavras fortes que gostaria de ter, palavras doces que so existe em você.
ResponderExcluirbjs da Ana.
Suas palavras me enchem de ternura, palavras doces, as vezes dura.Palavras fortes que gostaria de ter, palavras doces que só existem em você.
ResponderExcluirbjs da Ana.