domingo, 3 de julho de 2011

Um Afago

Não passo de um afago,
Mas mãos de Deus.
Um dia serei abraço,
Este é um desejo meu.

Dos malmequeres da vida,
Carrego o peito meu.
Mas o Divino fechará a ferida,
Deste um dia ateu.

Toda a sorte do mundo,
Irá sobre mim derramar.
Nunca mais serei vagabundo,
No sentido de em Ti acreditar.

Pétala por pétala desfolhei,
daquilo que a mim consumia.
Agora em novo tempo eu sei
Quem governa a vida minha.

Que não seja julgada pelo passado,
A vida que te apresento.
Tudo de ruim foi enterrado,
Só nasce novo rebento.

Só vitórias espero,
Mas tenho de fazer por onde.
Não sejais comigo tão severo,
Mas Tua mão sobre mim ponde.

Quando eu errar,
Repreenda com carinho.
Ilumine meu caminhar
Não me deixe mais sozinho.